
Nos luares em que vejo
E dos tentares e pensares
Dentro daquilo que não sei o que são
Ao desiludir os demais
Daqueles que sabem aonde vão
Sou o abismo mais profundo
Da guarda e resguarda a lentidão
Dos passos mais longíquos sou a saudade
Dos eu's líricos que já não sei aonde estão
Dentro de dentro
No fundo do fundo
O nada e o vazio lutam entre si
E apesar do muito que se estende
Não prevalece aquele que por hora estava ali
Dos saberes a questão
Das saudades a lembrança
Para ser o olhar puro e ingénuo
Marcado e em lágrimas
Da mais bela e pura criança
E dos tentares e pensares
Dentro daquilo que não sei o que são
Ao desiludir os demais
Daqueles que sabem aonde vão
Sou o abismo mais profundo
Da guarda e resguarda a lentidão
Dos passos mais longíquos sou a saudade
Dos eu's líricos que já não sei aonde estão
Dentro de dentro
No fundo do fundo
O nada e o vazio lutam entre si
E apesar do muito que se estende
Não prevalece aquele que por hora estava ali
Dos saberes a questão
Das saudades a lembrança
Para ser o olhar puro e ingénuo
Marcado e em lágrimas
Da mais bela e pura criança
Um comentário:
complexo minha filha...
aonde anda sua cabeça?
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