quinta-feira, 30 de abril de 2009

Das Nuances


Nos luares em que vejo
E dos tentares e pensares
Dentro daquilo que não sei o que são
Ao desiludir os demais
Daqueles que sabem aonde vão

Sou o abismo mais profundo
Da guarda e resguarda a lentidão
Dos passos mais longíquos sou a saudade
Dos eu's líricos que já não sei aonde estão

Dentro de dentro
No fundo do fundo
O nada e o vazio lutam entre si
E apesar do muito que se estende
Não prevalece aquele que por hora estava ali

Dos saberes a questão
Das saudades a lembrança
Para ser o olhar puro e ingénuo
Marcado e em lágrimas
Da mais bela e pura criança

Um comentário:

Lucas disse...

complexo minha filha...
aonde anda sua cabeça?